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Economia de Energia Elétrica com a Utilização de Filtros

 

  Nossa Política

A FIEEL e seus colaboradores vêem na economia de energia um indicador da melhora na qualidade da energia elétrica e como conseqüência no desempenho dos equipamentos. Como é uma variável provável, não certa, e de difícil comprovação, este não é o foco de nossas vendas; percentuais não podem ser previstos ou prometidos.

Recomendamos cautela com qualquer produto ou vendedor que garanta redução do consumo.

 

Porque Ocorre Economia

A utilização de filtros para diminuir o consumo de energia elétrica vem se proliferando pela divulgação dos resultados encontrados, porém, devem ser avaliados com cautela os produtos encontrados no mercado, e principalmente, a eficiência dos filtros em sua instalação elétrica. Resultados de economia não podem ser prometidos por dependerem de variáveis que não são facilmente medidas, devem ser avaliados outros ganhos como proteção contra descargas atmosféricas, diminuição de manutenções e o consumo de insumos (como queima de lâmpadas), que se analisados, sempre trazem ganhos superiores a redução do consumo.

Infelizmente, encontramos no mercado fabricantes de filtros com pouco conhecimento técnico que agem de má fé, seus produtos têm sido comercializados a custos abusivos, através de informações incorretas e promessas exageradas.

O real porquê da economia pode ser explicado pelos seguintes fatores:

Eliminação de altas freqüências presentes na rede: são consideradas altas freqüências ondas de rádio, televisão, celulares e outras produzidas por uma variedade de equipamentos presentes desde ambientes industriais a residenciais. Geralmente estas ondas viajam pelo ar, mas como tem a preferência por percursos de menor resistência, tendem a percorrer redes de transmissão de energia elétrica. Como o potencial magnético é proporcional à freqüência, mesmo poucos miliampéres em altas freqüências aumentam a impedância da rede (resistência do condutor à passagem da corrente) o que dificulta a passagem dos elétrons aumentando o consumo e aquecendo cabos;

Medidor de Energia: a medição do consumo da energia elétrica é baseada no campo magnético do fio fase, que passa pelo medidor, indicando a corrente consumida. Como o medidor de energia é projetado e aferido para atuar em 60 Hz, este presume que a corrente medida foi produzida por esta frequência. Como o campo magnético é proporcional à freqüência, freqüências mais elevadas possuem maior força magnética que falsamente estimulam o medidor. Para elucidar, utilizamos como exemplo o medidor de água, que foi criado e aferido para medir água. Quando o ar passa pelo medidor (originado por manutenções no sistema) por possuir menor densidade ele faz o medidor girar mais rápido que o convencional, indicando um consumo que não existe. Se o ar for retirado do sistema não haverá queda no consumo, apenas uma indicação correta do que realmente foi consumido. O mesmo ocorre com a eletricidade, retirando altas freqüências não ocorre queda no consumo, apenas é registrado o que é realmente consumido. Filtros só podem ser instalados após o disjuntor da concessionária e em hipótese alguma interferem no medidor!

Eliminação de campos magnéticos opostos a fundamental: a freqüência fundamental (60 Hz, corrente alternada) é responsável pelo funcionamento de muitos equipamentos. Motores monofásicos e trifásicos são dimensionados para atuarem nesta freqüência. Medições de valores diferentes e próximos a fundamental são comuns; não significam que a freqüência foi alterada, mas que outras freqüências presentes no sistema estão influenciando na medição. Estas outras freqüências apresentam força eletromotriz oposta a fundamental solicitando do sistema corrente adicional para superar a resistência criada.

Aterramento: o aterramento é um fator crítico para a qualidade das instalações elétricas, comumente utilizado apenas para o aterramento da carcaça de máquinas e equipamentos.  O fator multiplicador de interferências ligado ao aterramento ocorre devido ao fato de que, todos equipamentos descarregam no neutro, tensão e corrente (mesmo que poucos mA), o neutro é aterrado junto  ao transformador (fonte de elétrons), esta pequena diferença de potencial é multiplicada quando outros equipamentos no mesmo sistema elétrico também descarregam tensão e corrente.  A norma NBR5410 relata que com a presença de harmônicas o diâmetro do condutor neutro e terra deve ser multiplicado de 3 a 5 vezes, o que diminui sua resistência.

Os filtros atuando em paralelo tendem a mover das fases para o neutro ou terra as frequências parasitas; se a haste do aterramento estiver próxima ou com menor diferença de potencial em relação ao neutro o desempenho será mais evidente. Ou seja, quando uma distorção é criada ela necessita de elétrons para ser satisfeita e a função do FIEEL aterrado é fornecer estes elétrons para que a distorção seja satisfeita e eliminada o mais rápido possível antes que se espalhe e seja multiplicada.

Fator de Potência: os filtros não são desenvolvidos para atuarem sobre o fator de potência, porém podem proporcionar uma melhora (não controle), provocada pela redução das distorções da senóide. Quando se cogita redução do consumo a principal variável a ser corrigida é o fator de potência que deve ser corrigido em toda instalação elétrica, não apenas junto ao medidor para evitar multas.

Reafirmamos que independente dos inconvenientes é fato real e evidente a variável economia, porém os resultados não podem ser previstos, ou seja, em hipótese alguma se deve prometer qualquer percentual de economia. Antes de adquirirmos e instalarmos qualquer filtro deve-se levar em consideração que a economia não é certa, os resultados dependem de variáveis relacionadas às características das instalações, tipos de equipamentos conectados a rede elétrica e suas inter-relações.

Um fator crítico que devemos considerar é a dificuldade em se avaliar economia. Em hipótese alguma recomendamos observar apenas as contas! São comuns variações na conta de energia de até 30% devido às condições climáticas e equipamentos utilizados. Uma medição real deve monitorar individualmente os equipamentos conectados com os horários que estão ativos, as características de suas cargas e sua eficiência ou produção .